Como um Deus
descendo do olimpo
Seus passos confiantes
Me cativaram
Assim como seus olhos
Verdes oceano
Onde pude mergulhar
Durante meus sonhos
Desfrutando de todas as maravilhas
De um romance amarrado
Suspiro nesse marasmo sem fim.
Perdida tento te encontrar
Mas se achar, o que fazer?
Meu amor, foi preciso apenas 2 horas da noite
Para que eu me apaixonasse
E está demorando meio mundo
Para conseguir desviar meus pensamentos de você.
Com o coração quebrado, vejo tantas pessoas
Amando.
E mergulhada nesse mundo continuo sozinha
Continuo a amar, quem não me ama.
Continuo nessa paixão platônica miserável
Que castiga meu espírito
E machuca meu coração
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Not my
Entre mil distâncias
Entre mil léguas
Entre mil corações
Te observei e desejei
Seu corpo sadio
E acabei em um estado doentio
Nesse desatino
Me pergunto se é culpa do destino
Ter me encontrado em seu caminho
Não sei seu nome
Não sei seu sobrenome
Muito menos seu telefone
Mas guardo sua imagem
Em minha mente
Você está sempre presente
Entre mil léguas
Entre mil corações
Te observei e desejei
Seu corpo sadio
E acabei em um estado doentio
Nesse desatino
Me pergunto se é culpa do destino
Ter me encontrado em seu caminho
Não sei seu nome
Não sei seu sobrenome
Muito menos seu telefone
Mas guardo sua imagem
Em minha mente
Você está sempre presente
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Abra essa porta
Fale, mas fale baixinho
Meus ouvidos estão explodindo
Preciso de carinho
Tentei falar com ele novamente
Só que conversei com a pessoa errada
Abrindo a porta da minha alma
Mas abrindo para o lado errado
Tentei seguir pelo norte
O sul soprou tão gostoso
E continuo a me esconder
Nesse frio desconhecido
Que já me é tão familiar
Entrando mais afundo no labirinto
Estou sozinha
Ao som dos sinos ilubriados
Corro em meio aos arbústos
Sei que estou andando em circulos
Jamais sairei daqui
Por Favor
Escute meu suspiro
E dele tire sua conclusão
Abra seus olhos
ME CHAME
Irei me embalar em seu chamado
Como uma mariposa atraida pela luz
E sairei desse inferno cinza
Tire seus olhos dela
Não me deixe apodrecer aqui
Abra uma porta para mim
Meus ouvidos estão explodindo
Preciso de carinho
Tentei falar com ele novamente
Só que conversei com a pessoa errada
Abrindo a porta da minha alma
Mas abrindo para o lado errado
Tentei seguir pelo norte
O sul soprou tão gostoso
E continuo a me esconder
Nesse frio desconhecido
Que já me é tão familiar
Entrando mais afundo no labirinto
Estou sozinha
Ao som dos sinos ilubriados
Corro em meio aos arbústos
Sei que estou andando em circulos
Jamais sairei daqui
Por Favor
Escute meu suspiro
E dele tire sua conclusão
Abra seus olhos
ME CHAME
Irei me embalar em seu chamado
Como uma mariposa atraida pela luz
E sairei desse inferno cinza
Tire seus olhos dela
Não me deixe apodrecer aqui
Abra uma porta para mim
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Conflito
Batendo as portas
Tentando manter o equilibrio
Diga meu bem, Se é tão fácil para você?
Por que para mim não é,
Enquanto me queimo nesse fogo
Escuto todas as reclamações e cobranças
Já são seis e seis da manhã
E ninguém escuta o que eu tenho para dizer
Abro os olhos e estou totalmente sem ar
Sufocada nesse sub-mundo
Espere um minuto!
Ei, garoto, um trem passou sobre a minha cabeça?
Eu não sinto meus pés.
Levantando com um sorriso no rosto
Fazendo trocadilhos e cuspindo toda minha sátira
Eles não conseguem ver que estou chorando por dentro
E eu não posso mostrar.
Hoje me disseram que sou grossa
Ontem também
Antes de ontem me chamaram de insencível
Eu sou esse mostro que falam?
O unico monstro que vejo são eles.
Quinta falei com um morto
Ele parecia tão calmo e feliz
Mesmo com seu rosto retalhado
E seu corpo aberto.
Ele parecia estar tão feliz, me senti bem.
Foi tão COOL
Me disseram que eu não tenho coração
Na verdade tenho, ele está tão machucado
Eu amo e não sou amada
Tento ajudar e só pioro as coisas
Falo e falo de mais
Choro e choro em silêncio
Nesse momento estou tão vunerável
Preciso tanto dele para me abraçar e dizer
Que as seis e seis da manhã tudo estará resolvido
Mas eu quero ele e não você.
Tentando manter o equilibrio
Diga meu bem, Se é tão fácil para você?
Por que para mim não é,
Enquanto me queimo nesse fogo
Escuto todas as reclamações e cobranças
Já são seis e seis da manhã
E ninguém escuta o que eu tenho para dizer
Abro os olhos e estou totalmente sem ar
Sufocada nesse sub-mundo
Espere um minuto!
Ei, garoto, um trem passou sobre a minha cabeça?
Eu não sinto meus pés.
Levantando com um sorriso no rosto
Fazendo trocadilhos e cuspindo toda minha sátira
Eles não conseguem ver que estou chorando por dentro
E eu não posso mostrar.
Hoje me disseram que sou grossa
Ontem também
Antes de ontem me chamaram de insencível
Eu sou esse mostro que falam?
O unico monstro que vejo são eles.
Quinta falei com um morto
Ele parecia tão calmo e feliz
Mesmo com seu rosto retalhado
E seu corpo aberto.
Ele parecia estar tão feliz, me senti bem.
Foi tão COOL
Me disseram que eu não tenho coração
Na verdade tenho, ele está tão machucado
Eu amo e não sou amada
Tento ajudar e só pioro as coisas
Falo e falo de mais
Choro e choro em silêncio
Nesse momento estou tão vunerável
Preciso tanto dele para me abraçar e dizer
Que as seis e seis da manhã tudo estará resolvido
Mas eu quero ele e não você.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Vernácula da Colombina
Já dizia em sua língua vernácula coisas grosseiras como esposa da rua, sua conduta banal lhe fazia vazia a moral, de nada valia, lá se vai a camomila, quase uma colombina chorando por seu Pierro, com voz supina do dito cujo intolerante ela seguia com sua silhueta balançando firmadas por pernas difusas e “melenudas”. Com os dois pares de rotundas abóboras, seguia em seu crepe miserável metido a francês. Davam-lhe quiteis e ela pagava abrindo a macela, com o cigarro caído do lado esquerdo do beiço, ela aliciava para afastar suas atormentas, seus fantasmas. E tudo que diziam era verdade, boca aberta, se fazia de santa, mas da semente ela comia. Levou tudo que podia e tirava da raiva o prazer e do prazer mais prazer. Tornou-se a arrepanhada inferior, meretriz dos postes, submergiu todo seu fulgor. Com nojo de si, invalidou todos os espelhos e o deleite já não era o mesmo. E a dor lhe corroia as vísceras, seus olhos já inchados de tanto chorar pelo amor-próprio derramado já estava cansado, com um suspiro de misericórdia ela se deita pela última vez, sem se abrir, e lá na escuridão eles a possuíram e direto para o inferno ela foi. Agora queima e chora cada suspiro jovem roubado, cada lírio estourado e a cada olhar de nojo que as pupilas se apreciam.
It a Dream
Me privo na medida do possível, só para vê-lo sorrir e depois chorar por não tê-lo.
Não quero mais sentir o que sinto, quebrei as barreiras, derrumei o tabuleiro, quebrei minhas regras e agora vivo de imagens imaginadas!
Me deixe fora de minhas mentiras, dessa bela fantasia que me faz suspirar e ter sonhos prazeirosos com o seu corpo e quando penso que nada mais pode me atingir, me ilumino com lembranças de teu sorriso e me deleito nessa brincadeira perigosa de sonhar acordada.
O amanhã é tão cruel e o frio bate, mesmo com o calor solar matinal. E quando me cubro continuo a me sentir desnuda, sem seu calor, o calor que nunca tive, mas idealizei.
Não quero mais sentir o que sinto, quebrei as barreiras, derrumei o tabuleiro, quebrei minhas regras e agora vivo de imagens imaginadas!
Me deixe fora de minhas mentiras, dessa bela fantasia que me faz suspirar e ter sonhos prazeirosos com o seu corpo e quando penso que nada mais pode me atingir, me ilumino com lembranças de teu sorriso e me deleito nessa brincadeira perigosa de sonhar acordada.
O amanhã é tão cruel e o frio bate, mesmo com o calor solar matinal. E quando me cubro continuo a me sentir desnuda, sem seu calor, o calor que nunca tive, mas idealizei.
Coringa escório
Nessa louca fantasia me convenho do inconveniente e não sei se faço o errado sobre o certo ou continuo a pecar com o retardado em êxtase.
O frágil se mostra inutil e não há força que o faça recuar de tão tola decisão.
Ele sofre, ele chora, se ilude.
Mas ainda acredita nos reis e nas copas, pobre vagabundo, tão só e ainda não aprendeu que seu destino é ser um.
Jogando verde tenta colher maduro, se afundando ainda mais, não percebe o erro que comete.
Doce mentira, está tão ciente de seus atos quanto as abelhas ao picarem os inimigos, uma mente tão vil se torna tão fosca escória.
O ardor lhe atingiu como um veneno;
O coringa morre aos poucos;
Bem que tentei avisar, mas eu não me ouvi;
E agora preciso ir mesmo com ínútil batimento pedindo para eu ficar.
Meus braços querem abraça-lo;
Meus lábios querem beijá-lo;
E ele quer ir embora ;
O frágil se mostra inutil e não há força que o faça recuar de tão tola decisão.
Ele sofre, ele chora, se ilude.
Mas ainda acredita nos reis e nas copas, pobre vagabundo, tão só e ainda não aprendeu que seu destino é ser um.
Jogando verde tenta colher maduro, se afundando ainda mais, não percebe o erro que comete.
Doce mentira, está tão ciente de seus atos quanto as abelhas ao picarem os inimigos, uma mente tão vil se torna tão fosca escória.
O ardor lhe atingiu como um veneno;
O coringa morre aos poucos;
Bem que tentei avisar, mas eu não me ouvi;
E agora preciso ir mesmo com ínútil batimento pedindo para eu ficar.
Meus braços querem abraça-lo;
Meus lábios querem beijá-lo;
E ele quer ir embora ;
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
fuck you very much
Não quero ser igual a ti
Cansei de chorar
Por suas duras palavras
Cheguei a ponto de desejar a dor
Só com ela poderia ter paz
Meus pensamentos irão acolhê-la
Abraçarão a dor
Porque ser como ti
Se posso ser somente eu
Cansei de suas críticas
Não irei me importar
Com seus jogos e palavras
Me conheço bem de mais
Não será você que me dirá
O que sinto ou faço
Veja por uma nova leitura
Porque a sua é uma bosta
E dessa bosta já engoli de mais
Cansei de chorar
Por suas duras palavras
Cheguei a ponto de desejar a dor
Só com ela poderia ter paz
Meus pensamentos irão acolhê-la
Abraçarão a dor
Porque ser como ti
Se posso ser somente eu
Cansei de suas críticas
Não irei me importar
Com seus jogos e palavras
Me conheço bem de mais
Não será você que me dirá
O que sinto ou faço
Veja por uma nova leitura
Porque a sua é uma bosta
E dessa bosta já engoli de mais
Vivendo
Não dê ouvidos á paredes e sim para espelhos.
Você é o que é, não se abale pelo que os outros dizem.
Eles são eles e você é você.
Quando escutar algo que não lhe serve, jogue fora, não se remoa.
Veja por essa perspectiva.
Você é o que é, não se abale pelo que os outros dizem.
Eles são eles e você é você.
Quando escutar algo que não lhe serve, jogue fora, não se remoa.
Veja por essa perspectiva.
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